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MÓDULO VI
Introdução
Ofidismo
Ofidismo: acidente botrópico
Ofidismo: acidente laquético
Ofidismo: acidente crotálico
Ofidismo: acidente elapídico
Ofidismo: acidente por serpentes não peçonhentas
Escorpianismo
Araneísmo
Acidente por Phoneutria Acidente por Loxosceles Acidentes por Latrodectus Aranhas não venenosas
Envenenamento por Lepdoptera
Acidente por megalopygidae Acidente por saturniidae
Acidentes por hymenoptera
Acidente por formigas Acidentes por coleoptera
Princípios de soroterapia
Envenenamento por Animais Peçonhentos
 


Modo de ação

No Brasil há descrição de acidentes por coleópteros (besouros) do gênero Paederus (potó, trepa-moleque, fogo-selvagem) e Epicauta (potó-grande, burrinho), decorrente da liberação de uma substância cáustica e vesicante quando o animal é comprimido contra a pele.

Manifestações clínicas

Após o contato com a secreção, a pele apresenta eritema e o paciente relata ardor e prurido local. Passado um a dois dias, a lesão evolui com vesículas e posteriormente pústulas estéreis, exulceração e crosta. A resolução do quadro ocorre após cerca de uma semana do acidente, deixando máculas eritematosas ou hipercrômicas.

Tratamento

O tratamento tem sido realizado com compressas/banhos de permanganato de potássio (em diluição de 1:40.000), corticóide e antibiótico se necessário. Imediatamente após o contato, é importante lavar a pele atingida com sabão e água corrente em abundância.


 
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